terça-feira, 22 de outubro de 2013
Dos Velórios que os homens
fazem com suas almas.
Sem necessidade se consomem
Acabando com suas calmas
De corpo quando se morre
Todos se fazem tristes.
Lástima maior ocorre
Quando antes do fim desiste.
Tipo de morte despercebida
em meio aos homens se disfarça.
Nessa humanidade desprotegida
Em tempos atuais ameaça.
Acordem para o problema
que escondido está.
Fazendo viver o dilema
de em um labirinto se achar
Imaginável dor sem corpo
que jamais se acabará.
Se coração com pouco
Insistirem em continuar.
Essa nova dor assustadora
que os viventes desconhecem.
Não dói como corte de tesoura
E sim todo o corpo adormece.
Como doi e corroi diferente!
Momento novo sentindo estamos.
Sem saída num túnel sem frente.
No existir com ardor nos fartamos.
Existe outro remédio especial?
Assim como o amor sem igual?
Talvez o amor seja o geral.
E seus derivados para cada mal.
fazem com suas almas.
Sem necessidade se consomem
Acabando com suas calmas
De corpo quando se morre
Todos se fazem tristes.
Lástima maior ocorre
Quando antes do fim desiste.
Tipo de morte despercebida
em meio aos homens se disfarça.
Nessa humanidade desprotegida
Em tempos atuais ameaça.
Acordem para o problema
que escondido está.
Fazendo viver o dilema
de em um labirinto se achar
Imaginável dor sem corpo
que jamais se acabará.
Se coração com pouco
Insistirem em continuar.
Essa nova dor assustadora
que os viventes desconhecem.
Não dói como corte de tesoura
E sim todo o corpo adormece.
Como doi e corroi diferente!
Momento novo sentindo estamos.
Sem saída num túnel sem frente.
No existir com ardor nos fartamos.
Existe outro remédio especial?
Assim como o amor sem igual?
Talvez o amor seja o geral.
E seus derivados para cada mal.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Coragem de viver
Dos Velórios que os homens
fazem com suas almas.
Sem necessidade se consomem
Acabando com suas calmas
De corpo quando se morre
Todos se fazem tristes.
Lástima maior ocorre
Quando antes do fim desiste.
Tipo de morte despercebida
em meio aos homens se disfarça.
Nessa humanidade desprotegida
Em tempos atuais ameaça.
Acordem para o problema
que escondido está.
Fazendo viver o dilema
de em um labirinto se achar
Imaginável dor sem corpo
que jamais se acabará.
Se coração com pouco
Insistirem em continuar.
Essa nova dor assustadora
que os viventes desconhecem.
Não dói como corte de tesoura
E sim todo o corpo adormece.
Como doi e corroi diferente!
Momento novo sentindo estamos.
Sem saída num túnel sem frente.
No existir com ardor nos fartamos.
Existe outro remédio especial?
Assim como o amor sem igual?
Talvez o amor seja o geral.
E seus derivados para cada mal.
fazem com suas almas.
Sem necessidade se consomem
Acabando com suas calmas
De corpo quando se morre
Todos se fazem tristes.
Lástima maior ocorre
Quando antes do fim desiste.
Tipo de morte despercebida
em meio aos homens se disfarça.
Nessa humanidade desprotegida
Em tempos atuais ameaça.
Acordem para o problema
que escondido está.
Fazendo viver o dilema
de em um labirinto se achar
Imaginável dor sem corpo
que jamais se acabará.
Se coração com pouco
Insistirem em continuar.
Essa nova dor assustadora
que os viventes desconhecem.
Não dói como corte de tesoura
E sim todo o corpo adormece.
Como doi e corroi diferente!
Momento novo sentindo estamos.
Sem saída num túnel sem frente.
No existir com ardor nos fartamos.
Existe outro remédio especial?
Assim como o amor sem igual?
Talvez o amor seja o geral.
E seus derivados para cada mal.
Tentando me Encontrar
E quero que o dia durma
que durma cedo tão logo.
E que minha grande dor suma,
por Deus eu tanto rogo.
E em meu dilema de viver
sem emblemas no amanhecer
imerso em dores entristecer
vendo a luz da vida anoitecer.
Encantado e maravilhoso ser
que só existe dentro de mim.
Tentando sempre esquecer
dores tão fortes assim.
Te procurei em todo lugar
não encontrei o perfume da alegria.
Muito amargo é não te encontrar
e não poder dar o que minha alma pedia.
vivendo decepcionado,
com a vida não encantado,
em pesadelo acordado,
sigo sofrendo calado.
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