Dos Velórios que os homens
fazem com suas almas.
Sem necessidade se consomem
Acabando com suas calmas
De corpo quando se morre
Todos se fazem tristes.
Lástima maior ocorre
Quando antes do fim desiste.
Tipo de morte despercebida
em meio aos homens se disfarça.
Nessa humanidade desprotegida
Em tempos atuais ameaça.
Acordem para o problema
que escondido está.
Fazendo viver o dilema
de em um labirinto se achar
Imaginável dor sem corpo
que jamais se acabará.
Se coração com pouco
Insistirem em continuar.
Essa nova dor assustadora
que os viventes desconhecem.
Não dói como corte de tesoura
E sim todo o corpo adormece.
Como doi e corroi diferente!
Momento novo sentindo estamos.
Sem saída num túnel sem frente.
No existir com ardor nos fartamos.
Existe outro remédio especial?
Assim como o amor sem igual?
Talvez o amor seja o geral.
E seus derivados para cada mal.
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